Portal do Canal® - O ponto de convergência de canais

Conecte-se com o Conhecimento Conecte-se com as Empresas Conecte-se com as Pessoas

Colunistas - Pedro Luiz Roccato - Ficaremos livres dos spammers?

Assinar RSS

Cenários & Tendências

01/06/2011 - 14:43

Ficaremos livres dos spammers?

Pedro Luiz Roccato Pedro Luiz Roccato

Envie para um Amigo

Obrigado!Sua mensagem foi enviado com sucesso.
Erro!Problemas ao enviar sua mensagem, tente novamente mais tarde.
Há problemas com o preenchimento do formulário.
    Nome: E-mail: Enviar
    Nome do Amigo(a): E-mail do Amigo (a):
    Fonte MenorFonte MaiorVoltar

    Talvez o sonho de ficarmos livres dos spammers não esteja tão longe. Segundo estimativas de mercado, 90% dos emails que circulam diariamente pela internet são caracterizados como SPAM, ou seja, mensagem indesejada com envio não autorizado para um ou mais destinatários. Segundo matéria publicada no New York Times esta semana, um grupo de cientistas a Universidade da Califórnia, confirmou que há luz no fim do túnel, visto que fora encontrado um padrão de comportamento dos spammers. Ao invés de apenas tentarmos prevenir a infecção dos computadores por meio do uso de ferramentas como suítes de segurança como o Norton Internet Security e outros disponíveis no mercado, a estratégia defendida pelos cientistas é a de bloquear os pagamentos recebidos por meio de ações sustentadas em emails não autorizados.


    Os cientistas descobriram que 95% das transações de cartões de crédito divulgadas pelos spammers foram administradas por apenas três empresas financeiras, uma sediada no Azerbajão, outra na Dinamarca e uma terceira no Caribe. Quando você clica em um spam e realiza a compra do produto que foi oferecido, você está incentivando a prática. Se forem realizados bloqueios nas instituições impossibilitando a transferência de fundos oriundos de ações de vendas de produtos pelas campanhas dos spammers, não haverá financiamento para que tais empresas continuem gerando os volumes crescentes de emails que recebemos. Neste caso, a iniciativa caberia às operadoras de cartões de crédito, uma vez que somente elas poderiam suspender a provação de transações das referidas empresas.


    O resultado da pesquisa dos cientistas da Universidade da Califórnia que fica em San Diego nos EUA prova que utilizando da mesma mecânica dos spammers, diretamente relacionados a padrões de postura e atitude na web, poderemos reverter este cenário difícil que vivemos que torna a comunicação por email um desafio, uma vez que temos excesso de emails trafegando na rede, elevando os custos de infra e gestão da operação, bem como gerando dispersão elevada de todos os usuários do sistema.
     


    Faça o seu comentário:

    Necessário efetuar o login ao lado.