
Calixtrato e Brum

E a Argentina, do “reizinho” Maradona, também volta para casa. Para nosso deleite em uma situação muito pior do que o retorno do Brasil, sofrendo uma goleada humilhante...
Depois da nossa tristeza e da alegria com o insucesso dos portenhos, na frieza da análise das partidas e campanhas, chego a seguinte conclusão: a volta de dois dos grandes favoritos tem uma coisa em comum, a completa ausência de um técnico e sistema tático.
Ao contrário do Brasil, a Argentina tinha um sensacional banco e jogadores capazes de mudar a historia de uma partida. Porém, por absoluta incompetência de seu treinador, com um esquema louco a meu ver – armado pelo megalômano, um irônico adjetivo para um argentino –, Maradona foi facilmente enredado por uma obediente, do ponto de vista tático, Alemanha.
Como a Argentina, nossa seleção também muito mal armada, carecia de esquema que envolvesse o time adversário e ainda contava com verdadeiras bizarrices no banco. O que foram fazer na África jogadores como Grafite, Josué, Julio Batista, Doni e Kleberson? Será que o Dunga achava, lá no fundo da sua estranha e neurótica mente, que esses jogadores poderiam fazer algo e seriam capazes de decidir uma partida?
Ver jogadores como Daniel Alves e Michel Bastos jogando daquela maneira, longe das posições em que atuam há anos em seus times é uma verdadeira afronta a quem acompanha futebol com um pouco mais de atenção.
Bem, agora é acompanhar e ver se a Espanha pode bater a tão temida Alemanha ou não.

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